“I haven’t missed you. In fact, I’ve been revoltingly unfaithful to you.” Lolita on the set, Sue Lyon in 1960.

“I haven’t missed you. In fact, I’ve been revoltingly unfaithful to you.” Lolita on the set, Sue Lyon in 1960.

100 DIAGRAMAS QUE MUDARAM O MUNDO

Infográficos são tendência, mas você já se perguntou, por exemplo, se o círculo prismático do Photoshop é uma criação da Adobe?

Moses Harris o criou em 1766, onde tentou revelar a infinidade de cores que podem ser criadas a partir de três tipos básicos: vermelho, amarelo e azul. Harris queria entender as relações entre as cores, como elas são codificadas e quais poderiam ser produzidas a partir destas tonalidades. Ele descobriu o que hoje é definido como mistura subtrativa de cores, mostrando que o preto é formado através da sobreposição dessas três cores.

Mas bem, desde os primórdios a humanidade se utiliza de representações visuais para mapear a terra, constelações e planetas, a formação do corpo humano, e até concretizar conceitos abstratos como consciência e amor. O livro 100 diagramas que mudaram o mundo foi escrito pelo jornalista investigativo e documentarista Scott Christianson. Ele narra em ordem cronológica a história da evolução do nosso entendimento do mundo por meio de esboços e desenhos que vão desde pinturas rupestres até a Web.

O mais bacana deste livro é a maneira pela qual estes diagramas indicam uma parte essencial da cultura. Christianson escreve na introdução:

"Parece que um diagrama é exclusivo de seu criador. Mas a maioria dos nomes citados aqui representam séculos de conhecimento acumulado. Noto que os diagramas surgiram a partir da colaboração (e muitas vezes por competição) com outros estudiosos. E cada um é um produto e um reflexo de seu ambiente cultural, histórico e político.".

Você pode adquirir o livro por 17 dinheiros americanos na Amazon.

As fotografias experimentais e conceituais de Stephen Gill estão em várias coleções públicas, incluindo a National Portrait Gallery e o Victoria & Albert Museum.

Ele se utiliza de formigas, borboletas, criaturas microscópicas, sementes de papoula e flores prensadas para criar suas obras. "Hackney Flowers", por exemplo, tem como inspiração objetos garimpados ao leste de Londres.

Na sexta-feira passada contamos sobre o Projeto Ruas de Lisboa, e hoje estreamos a primeira história de Guilherme Nunes.
Conheçam a Rua do Alecrim!
.
.
.
// Rua Alecrim

lisboa tem em sua luz uma característica.
linda e brilhante.branca e forte.como se todas as lâmpadas estivessem ligadas.como se, quando morremos, continuássemos a brilhar lá de cima.e nos concentrássemos, dentro deste céu imenso, juntos aqui.
e, desse céu imenso, faz-se a cor outra característica.azul dos mais azúis possíveis.e parece, também, estar mais baixo.talvez para os sonhos estarem mais perto de nossas cabeças,mais perto de nós mesmos.
mas é do cheiro que esta rua me diz algo.tenho pra mimque na rua alecrimpor cheirar tão bem, por cheirar tanto a sardinha, foi criada a expressão“cheira bem, cheira a lisboa”tão famosa e cantada por Amália.

Na sexta-feira passada contamos sobre o Projeto Ruas de Lisboa, e hoje estreamos a primeira história de Guilherme Nunes.

Conheçam a Rua do Alecrim!

.

.

.

// Rua Alecrim

lisboa tem em sua luz uma característica.

linda e brilhante.
branca e forte.
como se todas as lâmpadas estivessem ligadas.
como se, quando morremos, continuássemos a brilhar lá de cima.
e nos concentrássemos, dentro deste céu imenso, juntos aqui.

e, desse céu imenso, faz-se a cor outra característica.
azul dos mais azúis possíveis.
e parece, também, estar mais baixo.
talvez para os sonhos estarem 
mais perto de nossas cabeças,
mais perto de nós mesmos.

mas é do cheiro que esta rua me diz algo.
tenho pra mim
que na rua alecrim
por cheirar tão bem, 
por cheirar tanto a sardinha, 
foi criada a expressão
“cheira bem, cheira a lisboa”
tão famosa e cantada por Amália.

Silvia Grav é uma fotógrafa baseada em Madri, que oferece o mundo através de seu olhar surreal.

Suas imagens são sempre monocromáticas e manipuladas. Normalmente apresentam duas figuras humanas, objetos inanimados em formas não convencionais, ou justaposições do corpo humano e o universo

Os retratos de jovens mulheres, por exemplo, são cobertos por galáxias, estrelas e feixes de luz em cenas de espetacular transcendência. Além disso, Silvia brinca com luz e sombra para criar uma ficção dramática. Algumas imagens podem ser estranhas ou assustadoras, enquanto outras são misteriosas e, por que não, oníricas.

Guilherme Nunes, de amigo virtual para amigo real, sempre me encantou com suas fotografias. Ele tem um olhar tão sensível, que te faz querer parar para apreciar aquilo que só ele enxerga.
Diretor de arte que largou o Rio para morar em São Paulo, agora está em Lisboa, e feliz da vida.
A cidade, a mais ocidental da Europa, é muito graciosa, e suas ruas têm nomes especiais. Foi assim que eu convidei o Gui para um mini projeto: fotografar estas ruas, e para cada uma delas, escrever um texto.
Assim sendo, passo a palavra ao artista. =)
.
.
.

Moro em Lisboa há quase 3 meses. E já descobri algumas diferenças que vão além de usarem mais infinitivo que nós. Aqui, e na Europa em si, tudo parece ter sido criado com mais cuidados aos detalhes.
Andando pela cidade, sinto que tudo foi mais pensado. Perderam mais tempo na direção de arte, nas paletas de cores, e também em dar nome às ruas. 
No Brasil, parece que tudo foi feito às pressas. Eu, por exemplo, tive a honra de morar em ruas com nomes tão belos como Magalhães Couto e Brentano, além de um bairrozinho chamado Paraíso - o maldito que deu esse nome nunca deve ter pisado lá.
Então, 25 anos e quase 10 endereços depois, me pego andando pelo Chiado e esbarro com a Rua da Vitória. Ou indo almoçar na Calçada da Memória, do bairro da Ajuda.
Mas por que esses nomes? O que aconteceu em cada uma delas para se chamarem assim?
Estas ruas, que fotografei durante as minhas andanças em Lisboa, despertaram em mim o interesse de imaginar a razão de cada nome dado, e o convite da Ma Granja veio a calhar.
E é através dessa brincadeira que relato uma viagem pela cidade,  criada totalmente pela imaginação. 
Todas as sextas, no Lá da Granja.

Guilherme Nunes, de amigo virtual para amigo real, sempre me encantou com suas fotografias. Ele tem um olhar tão sensível, que te faz querer parar para apreciar aquilo que só ele enxerga.

Diretor de arte que largou o Rio para morar em São Paulo, agora está em Lisboa, e feliz da vida.

A cidade, a mais ocidental da Europa, é muito graciosa, e suas ruas têm nomes especiais. Foi assim que eu convidei o Gui para um mini projeto: fotografar estas ruas, e para cada uma delas, escrever um texto.

Assim sendo, passo a palavra ao artista. =)

.

.

.

Moro em Lisboa há quase 3 meses. E já descobri algumas diferenças que vão além de usarem mais infinitivo que nós. Aqui, e na Europa em si, tudo parece ter sido criado com mais cuidados aos detalhes.

Andando pela cidade, sinto que tudo foi mais pensado. Perderam mais tempo na direção de arte, nas paletas de cores, e também em dar nome às ruas.

No Brasil, parece que tudo foi feito às pressas. Eu, por exemplo, tive a honra de morar em ruas com nomes tão belos como Magalhães Couto e Brentano, além de um bairrozinho chamado Paraíso - o maldito que deu esse nome nunca deve ter pisado lá.

Então, 25 anos e quase 10 endereços depois, me pego andando pelo Chiado e esbarro com a Rua da Vitória. Ou indo almoçar na Calçada da Memória, do bairro da Ajuda.

Mas por que esses nomes? O que aconteceu em cada uma delas para se chamarem assim?

Estas ruas, que fotografei durante as minhas andanças em Lisboa, despertaram em mim o interesse de imaginar a razão de cada nome dado, e o convite da Ma Granja veio a calhar.

E é através dessa brincadeira que relato uma viagem pela cidade,  criada totalmente pela imaginação.

Todas as sextas, no Lá da Granja.